segunda-feira, 26 de julho de 2010

Aniversário de Aldous Huxley

Esse post é em comemoração ao aniversário da Aldous Huxley, o cara que deixou Orwell pra trás no quesito "profetização", como você confere aqui (em inglês): Amusing Ourselves to Death.

sábado, 17 de julho de 2010

Um "pequeno" conto.


Após dias caminhando sem rumo pelo escaldante deserto, Remoriuz vislumbrou uma pequena e rara floresta nas encostas das montanhas cantantes. Duvidando que seus sentidos haviam sido enganados pela falta de água e demasiada exposição ao sol, o precavido explorador adentrou a mata cautelosamente, atento a qualquer ruído ou movimento. As grossas arvores produziam uma sombra fresca e agradável e o soprar do vento entre as folhas trazia uma sensação de paz indescritível, uma sensação que Remoriuz em sua árdua existencial jamais havia presenciado.
Contudo, sabendo que nada é realmente o que parece ser, o vigoroso guerreiro sacou sua adaga feita de pura obsidiana, uma pedra negra e muito resistente. Enquanto caminhava sobre a relva, Remoriuz começou a sonhar com tesouros a muito escondidos neste lugarejo, quem sabe uma antiga espada de aço puro, ou ate mesmo moedas cunhadas em ouro o metal mítico. Após cerca de uma ampulheta, nosso viajante se deparou com um milagre da natureza, uma nascente jorrava água fresca em meio a um circulo de rochas cuidadosamente colocadas para que o líquido se concentra-se em uma pequena fonte. Com toda cautela, ele se aproximou da lendária estrutura e a cada passo um pânico se apoderava de seu corpo. Espalhado por toda a clareira, inúmeros restos mortais podiam ser encontrados aqui e ali, restos do que já fora de outros andarilhos do deserto. Uma pequena fogueira a pouco destruída também se encontrava no local.
Indignado e com excessivo temor, Remoriuz virou-se sutilmente na direção oposta para voltar a segurança do deserto. Sorrindo debilmente naquela direção, se encontrava uma pequena figura, com longos cabelos desgrenhados vestindo trapos de peles de animais. Semelhante a um humano em miniatura, a criatura possuía um leve ar de inocência misturado paradoxalmente com um tenebroso toque de vilania.

Após dias caminhando sem rumo pelo escaldante deserto, uma caravana de viajantes vislumbrou uma pequena e rara floresta nas encostas das montanhas cantantes.
Nas profundezas daquele local eles encontraram uma prosaica fonte de água cristalina, no fundo dela, brilhando com a luz do sol, para o horrr de todos os membros da comitiva, se encontrava uma negra adaga de obsidiana e a mão pútrida de seu antigo dono ainda apertava ferozmente o punho da arma.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Contos de Ëvael - 6 - Damara

Certa vez, recebi um chamado para uma investigação supostamente complexa.
Gael, um humano arrogante, contratou-me para desvendar a morte de seu irmão "Alin". Segundo Gael, uma semana antes, quando chegou em casa viu seu irmão agonizando no chão gelado da sala com um punhal na mão... Ele pronunciava repetidamente:
- D..Mara... Damara! Damar...
Me mostrou então o punhal, verifiquei algumas runas estranhas e descobri que ele possuia uma magia para deteriorar o espírito dos que com ele foram mortos.

Gael suspeitava que o assassino veio do reino distante do norte, "Damara". Região governada por um paladino de Ilmater chamado Gareth Dragonsbane.

Teleportei-me até lá com o punhal em mãos. Fiquei quatro dezenas procurando o assassino, até que tive uma revelação surpreendente...

Voltei para Cormyr com sede de sangue e duas pessoas na minha lista negra: Gael, por fazer-me perder quase dois meses naquela terra imunda, com um estúpido monge "Mestre Kane" aportunando-me... e "Mara", a assassina prostituta amante de Alin.


Por isso que sempre digo: "Não confunda Sembia com Com Bia".