terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dragon Age 3 - Notícias

Saudações viajantes, estou aqui novamente para falar do lançamento do novo DA (Dragon Age). A Bioware esta buscando mesclar e resgatar bastante coisa do primeiro game.
Isto se deve ao fato de que Dragon Age 2, não foi aclamado pelo público como seu antecessor, o Origins. Houve bastante reclamação do game, principalmente ligadas à limitação geográfica, limitação de criação de personagem e o estilo de combate focado em ação.
 Enquanto em Dragon Age: Origins você podia explorar Ferelden, um reino inteiro, a ação em Dragon Age 2 era focada em Kirkwall. A Bioware promete fazer um mapa quatro vezes maior que Ferelden e ao que tudo indica busca referências em Skyrim.

Quanto ao combate, que seguia uma linha mais tática no primeiro game, passou para uma ação mais bruta no segundo, decepcionando fãs do gênero de RPG eletrônico. Afinal, se quero um jogo de “porrada”, vou jogar God of War. Novamente o estúdio busca equilibrar as duas coisas, ação e tática para os momentos de pancadaria do game, incluindo elementos do cenário e o posicionamento dos NPCS como fatores importantes para o andamento do combate.

A diferença dos games pode ser vista nos ogros.

Quanto ao modo de co-op, ao que tudo indica será esquecido. Não vejo problemas nisso, afinal um jogo como DA, com uma historia bem linear e rica (nesse caso o primeiro) mantém o jogador focado e gera uma grande diversão, mesmo estando sozinho.

Eu realmente espero que acertem dessa vez! Que retorne a ideia de tentarem fazer o sucessor espiritual de Baldur's Gate e não mais um hack and slash baseado em outros infinitos games que temos por ai.

6 comentários:

  1. Nossa, tirou as palavras de minha boca, mente e várias postagens (por exemplo, no GameVicio)!

    É exatamente este o ponto: A Bioware, que alcançou uma habilidade fantástica em fazer RPG, parece que se vangloriou disso e "dormiu no ponto"; Aproveitou, entretanto, para se concentrar em fazer algo que vendesse e foi bisbilhotar o Mercado.

    Resultado: Foi fácil se deixar seduzir pela pancadaria (o número de jogos de luta, de guerra e similares que foram lançados nos último anos... Nem preciso falar, né? E há uma fatia considerável de lucros com games neste gênero!). Sim! A Bioware e especialmente a equipe de Dragon Age se equivocou achando que poderia colocar todos os tipos de cliente/consumidor "em um mesmo balaio".

    Olhando o número crescente de jogadores dos BattleFields e Modern Warfare da vida (jogos muito bem-feitos e caros, por sinal!), pensou: Por que não?!

    Do meu cantinho insignificante, logo de início torci o nariz e já sacava o "erro": Quem gosta de shooter (tiro) NÃO NECESSARIAMENTE gosta de muita história, de personagens profundas, nem muito diálogo.

    Falando um pouco de meu perfil, me descobri fã de RPG e endosso contigo, Allan, a necessidade de a BW voltar a pensar em RPG.

    Isso, temo, não signifique EXATAMENTE recolocar os elementos de ORIGINS. Afinal, eu não quero DA3 como uma cópia de DAO e tampouco acredito que toda a questão se resuma a aumentar o mapa e permitir que os seguidores da personagem principal possam trocar roupas e armas.

    Não estou afirmando que a Bioware em algum momento disse que se restringiria a isso; Minha ironia é pra destacar que há "algo" a ser feito e que este algo é mais sutil que um punhado de coisas pontuais.

    A meu ver, Origins teve uma "senhora história" (enredo) digna de produções cinematográficas: Rica do ponto de vista de criatividade, de possibilitar imersão, cheia de detalhes...

    Pombas, eu quero enfrentar desafios, mas quero também "conhecer" minha personagem! Por exemplo, as tiradas de Alistair pro lado de Morrigan, divertiam!

    A familiaridade era tal que a gente já podia arriscar em tentar adivinhar a reação das personagens em determinadas situações; A gente se tornava parte da história; Era onisciente!

    Vejo que isso faltou um tanto em DA2, mesmo com algumas situações que tentaram seguir a linha do primeiro.

    O que NÃO ACONTECEU (sinto muito, Bioware!) em DA2 foi a continuidade, a fluidez da história. DAO permitiu "mergulhos mais profundos" no Mundo fantástico de Ferelden enquanto que DA2 teve mais quebras na imersão em Kirkwall - focada na não-linearidade.

    Sabe, de verdade eu Adorei Hawke; Carver, então, tinha tudo pra ser explorado, pois mantinha aspectos quase juvenis em um corpanzil adulto; Tinha aquela rusga que resultava numa competição com o irmão...Isso sequer foi bem explorado!

    Em geral, as nuances psicológicas das personagens não saíram muito do "rasinho".

    Bom, este espaço não deveria se tornar um livro. Mas é por aí que eu discutiria DA3.

    ResponderExcluir
  2. "Do meu cantinho insignificante, logo de início torci o nariz e já sacava o "erro": Quem gosta de shooter (tiro) NÃO NECESSARIAMENTE gosta de muita história, de personagens profundas, nem muito diálogo."

    - Eu discordo. É que nem afirmar que quem gosta de Final Fantasy não vai com a cara de Call of Duty. Sendo que eu prefiro games como Okami, Shadown of the Colossus e Valkyrie Profile e também me amarro do Call of Duty 2 e o Modern Warfare 1. É claro que é uma opinião absolutamente pessoal. Agora, pessoas que são consumidores de games normalmente variam muito para taxa-los em uma cousa outra.

    "A familiaridade era tal que a gente já podia arriscar em tentar adivinhar a reação das personagens em determinadas situações; A gente se tornava parte da história; Era onisciente!" Empolgado para baralho, heim?XD

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Hebert, acho que você ignorou o "não necessariamente", hehehehe.

      Excluir

Vamos lá, comente e deixe sua marca no Vale dos Arcanos.